HETEROSEXISM CULTURAL E PSICOLÓGICO


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Herek (1990) distinguido entre o heterosexism cultural e psicológico. O heterosexism cultural é manifestado na discriminação sistemática em serviços políticos, econômicos, educacionais, legais, médicos, sociais, nas instituições religiosas e culturais (por exemplo, proibições legais de encontro ao matrimónio homossexual e a exclusão do sector segurador de serviços sexuais do reassignment da cobertura), e em normas, em padrões, e nos valores culturais que desvalorizam, estigmatizaram, ou rendem povos invisíveis de orientações sexuais, de identidades do género, e das expressões diversas do género (por exemplo, o invisibility dos casais do mesmo sexo em imagens culturais do grosso da população de relacionamentos a longo prazo). O heterosexism psicológico, compreendendo estereótipos e atitudes negativas, é a expressão individual do heterosexism cultural (por exemplo, preconceitos, medos, estereótipos, hostilidade, aversão, insulto, e actos de violência) (Herek, 1990).

HETEROSEXISM PSICOLÓGICO

Apesar da sustentação crescente para um fim à discriminação com base na orientação sexual (Herek, 2002; Yang, 1997), a maioria dos americanos ainda prende atitudes negativas para o comportamento homossexual (Herek & Capitanio, 1996; 1997) de Yang, e de indivíduos do gay e lesbiana (Herek, 1994). Os povos que endossam atitudes do heterosexist são mais prováveis do que povos com atitudes positivas suportar papéis tradicionais do género, perceber atitudes similares entre seus pares, o contato menos pessoal do relatório com homem gay e as lésbica, prender crenças religiosas fortes, ser mais idosos e menos bem-educado, e viver nos lugares geográficos onde as atitudes negativas predominate (Herek, 1995). A pesquisa sugere que as atitudes para homem gay sejam mais negativas do que atitudes para lésbica, particular entre homens heteroasexual (Herek & Capitanio, 1996). Pouco é sabido sobre atitudes do pessoa para o bisexual (Fox, 2000) ou os povos de transgender. Muitos adultos heterossexuais persistem em igualar a homossexualidade ou o bisexuality com o AIDS, uma associação que seja relacionada positivamente a uns níveis mais elevados de preconceito sexual (Herek & Capitanio, 1999). Entretanto, a pesquisa existente demonstra que pessoal contate com homem gay ou as lésbica são a maioria de modo eficaz reduzir atitudes e comportamentos do heterosexist (Herek & Glunt, 1993).

O heterosexism psicológico exercitado na cabine de votação pode ter conseqüências de grande envergadura nas vidas dos homem gay e das lésbica. As iniciativas e os referendos públicos nos anos 90 viraram a legislação do nondiscrimination de Maine (Donovan, OPRESSÃO, PRECONCEITO, E DISCRIMINAÇÃO 55 Wenzel, & jogador, 2000) e fixaram uma emenda constitucional permitindo que a legislatura de Havaí restrinja a união aos pares heterossexuais (Lewis & Edelson, 2000). A emenda 2 de Colorado passada em 1992, mas foi virada mais tarde pela corte suprema dos E.U. Sua finalidade era emendar a constituição do estado para proibir toda a agência governamental de proibir a discriminação com base na orientação sexual. Esta medida eliminaria todas as ordenações locais do nondiscrimination e barraria as proteções futuras das direitas civis para povos alegres, lésbicas, e bissexuais (Donovan e outros, 2000).

HETEROSEXISM CULTURAL

O heterosexism cultural (Herek, 1995) permeates cada setor da sociedade, limitando as possibilidades da vida dos povos inclinados para a mesmo sexo expressão do amor ou da género-variação. Por causa da natureza estrutural da opressão, os membros de grupos sociais dominantes tiram proveito da opressão de outro, não obstante seus próprios intenções ou sistemas pessoais da opinião. Em seu ensaio clássico no privilégio branco, McIntosh (1990) delineou as maneiras múltiplas em que os povos brancos beneficiam e ganham vantagens reais do racismo, o que chamou

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